O
termo Holocausto é usado como referência ao genocídio perpetrado a grupos
politicamente indesejados e pormenorizados pelo regime nazista de Adolf Hitler.
Por anos, durante a segunda guerra, foram exterminados não apenas judeus, mas
também homossexuais, comunistas, sindicalistas, ciganos, eslavos, deficientes
motores, deficientes mentais, testemunhas de jeová, mórmons, etc.
Se
por hora o cinema foi censurado e usado como forma de manipulação de massa na
Alemanha Nazista, hoje, não se pode negar a importância do cinema como forma de
denúncia, discussão e crítica ao ideal segregacionista do regime. Até por isso
existe um claro lobby da indústria em premiar e reconhecer filmes sobre o tema.
Os
filmes retratam diferentes visões do regime nazista, uns dando mais enfoque a
questão política do regime, outros ao sofrimento passado pelos grupos
segregados. Como o blog tem enfoque na propaganda nazista como forma de
manipulação de massa, recomendamos fortemente que assistam ao filme "A Onda", pois nele são mostrados alguns
comandos de manipulação também usados no
nazismo.
A Lista de Schindler: grande projeto pessoal do cineasta judeu-americano Steven Spielberg. O filme foi feito em preto e branco, apenas com detalhes coloridos. A inusitada história de Oskar Schindler (Liam Neeson), um sujeito oportunista, sedutor, "armador", simpático, comerciante no mercado negro, mas, acima de tudo, um homem que se relacionava muito bem com o regime nazista, tanto que era membro do próprio Partido Nazista (o que não o impediu de ser preso algumas vezes, mas sempre o libertavam rapidamente, em razão dos seus contatos). No entanto, apesar dos seus defeitos, ele amava o ser humano e assim fez o impossível, a ponto de perder a sua fortuna, mas conseguir salvar mais de mil judeus dos campos de concentração.
O Pianista polonês Wladyslaw Szpilman (Adrien Brody)
interpretava peças clássicas em uma rádio de Varsóvia quando as primeiras
bombas caíram sobre a cidade, em 1939. Com a invasão alemã e o início da 2ª
Guerra Mundial, começaram também restrições aos judeus poloneses pelos
nazistas. Inspirado nas memórias do pianista, o filme mostra o surgimento do
Gueto de Varsóvia, quando os alemães construíram muros para encerrar os judeus
em algumas áreas, e acompanha a perseguição que levou à captura e envio da
família de Szpilman para os campos de concentração. Wladyslaw é o único que
consegue fugir e é obrigado a se refugiar em prédios abandonados espalhados
pela cidade, até que o pesadelo da guerra acabe.
O Diário de Anne Frank: filme com enredo na Holanda, 1942, onde Anne Frank (Millie Perkins) vive no sótão secreto de um estabelecimento comercial, juntamente com seus pais, Otto (Joseph Schildkraut) e Edith (Gusti Huber), e sua irmã Margot (Diane Baker). Além deles vive no local uma outra família judia, composta por Hans Van Daan (Lou Jacobi), Petronella Van Daan (Shelley Winters), Peter Van Daan (Richard Beymer) e Albert Dussell (Ed Wynn), um idoso dentista. Anne Frank, uma jovem de 13 anos, documenta sua vida enquanto se esconde da Gestapo da Holanda. Este refúgio foi providenciado por Kraler (Douglas Spencer) e Miep (Dodie Heath), bondosos proprietários de lojas. Por dois anos eles ficam escondidos, vivendo sempre na apreensão de saberem que podem ser traídos ou descobertos a qualquer momento e mandados para um campo de concentração. Apesar disto eles sonham com dias melhores, ao mesmo tempo em que Peter e Anne se apaixonam.
A Onda. Rainer
Wegner, professor de ensino médio, deve ensinar seus alunos sobre autocracia.
Devido ao desinteresse deles, propõe um experimento que explique na prática os
mecanismos do fascismo e do poder. Werner se denomina líder daquele grupo,
escolhe o lema ‘força pela disciplina’ e dá ao movimento o nome de A Onda. Em
pouco tempo, os alunos começam a propagar o poder da unidade e ameaçar os
outros. Quando o jogo fica sério, Wegner decide interrompê-lo. Mas é tarde demais, e A Onda já saiu de seu controle.
Baseado em uma história real ocorrida na Califórnia em 1967.
Holocausto. Minissérie americana que teve o mérito de levar aos grandes
públicos as histórias do Holocausto. conta em paralelo as história de duas
famílias, uma judia e outra alemã. a primeira tem Meryl Streep e seu marido que
são separados e levados a campos de concentração. a outra experimenta a ascenção
de um advogado içado a oficial nazista.
O menino do
pijama listrado. Alemanha,
Segunda Guerra Mundial. O menino Bruno (Asa Butterfield), de 8 anos, é filho de
um oficial nazista (David Tewlis) que assume um cargo importante em um campo de
concentração. Sem saber realmente o que seu pai faz, ele deixa Berlim e se muda
com ele e a mãe (Vera Farmiga) para uma área isolada, onde não há muito o que fazer
para uma criança com a idade dele. Os problemas começam quando ele decide
explorar o local e acaba conhecendo Shmuel (Jack Scanlon), um garoto de idade
parecida, que vive usando um pijama listrado e está sempre do outro lado de uma
cerca eletrificada. A amizade cresce entre os dois e Bruno passa, cada vez
mais, a visitá-lo, tornando essa relação mais perigosa do que eles imaginam.
Noite e Neblina. Um dos mais importantes documentos
da história do cinema. Realizado em 1955, a partir de um convite do Comitê da
História da Segunda Guerra ao cineasta Alain Resnais, para a comemorar o
aniversário de libertação dos campos de concentração. as imagens, ora coloridas
ora em preto e branco, foram as primeiras que envolveram o Holocausto e
chocaram o mundo.








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